quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Dia dos Pais deve movimentar R$ 14 bilhões

O estudo aponta que, embora os brasileiros ainda são impactados com a recuperação lenta da economia e com o desemprego, 61% devem ir às compras

O Dia dos Pais, que cairá em 12 de agosto, deve movimentar R$ 14 bilhões no país, segundo levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes e Lojistas (CNDL). O estudo aponta que, embora os brasileiros ainda são impactados com a recuperação lenta da economia e com o desemprego, 61% devem ir às compras.

A intenção de consumo é maior do que a data comemorativa de 2017, quando 55% dos consumidores se planejavam dar lembranças aos pais. Com o resultado da pesquisa deste ano, a expectativa é de que quase 93 milhões de pessoas façam alguma compra no período.

O consumidor brasileiro pretendem desembolsar, em média, R$ 150 com os presentes. Considerando os compradores das classes C, D e E, o valor médio diminui para R$ 140. Dos entrevistados, 40% querem gastar a mesma quantia desembolsada em 2017. Os que vão desembolsar menos formam 16% da amostra. 32% acreditam que vão gastar mais. A maior parcela (50%) devem adquirir apenas um presente. Outros 34% querem comprar duas lembrancinhas.

Mais de um terço (34%) dos que pretendem gastar menos alegam que estão com a situação financeira apertada. Cerca de 15% devem priorizar o pagamento de dívidas em atraso. Em 2017, 22% dos consumidores tiveram o CPF inscritos em cadastros de devedores em decorrência das compras no Dia dos Pais.

Isso ocorre porque 22% dos compradores admitem ter o costume de extrapolar o orçamento na hora de agradar ao pai e 30% dos que vão às compras neste ano possuem contas em atraso.

Os itens mais procurados são roupas (50%), seguidas de perfumes e cosméticos (32%), calçados (28%) e acessórios (27%), como cintos, carteiras, relógios e meias, ferramentas (10%), artigos esportivos (10%) e smartphones (10%).

A maioria dos entrevistados mostra preferência pelo pagamento à vista, sendo que 53% no dinheiro e 22% no cartão de débito. Os shoppings serão o maior meio para as compras (37%).

FONTE:
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2018/08/03/internas_economia,759122/dia-dos-pais-deve-movimentar-r-14-bilhoes-no-varejo-diz-cndl.shtml

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Pesquisa da Experian mostra preocupação com a gestão de dados

Executivos brasileiros se mostraram mais preocupados que a média global. Estudo revelou os principais objetivos de quem investe no gerenciamento de dados


A gestão de dados se tornou uma tarefa crucial para a sobrevivência das empresas. O processo ajuda as companhias a tomarem decisões mais assertivas. Gigantes como Google e Facebook já perceberam (há algum tempo) a importância de transformar os números em informações relevantes para o negócio.

A pesquisa The 2018 Global Data Management Benchmark Report, feita pela Experian, mostrou que os executivos estão mais preocupados com a gestão de dados. No Brasil, metade dos participantes disseram que prezam pela facilidade no gerenciamento. O número mostra que não são apenas os profissionais de tecnologia da informação que se preocupam com esse gerenciamento. A média global ficou abaixo do Brasil – 45%.

Preocupação com os dados

O levantamento mostrou quais os fatores que mais influenciam as empresas no momento da escolha da tecnologia de gerenciamento. O fator mais citado foi a tendência da indústria em requerer soluções que facilitem a gestão de dados. O segundo motivo mencionado pelos entrevistados foi o uso da nuvem para armazenamento.

Além de se preocuparem mais com os dados, os executivos acreditam que cabe ao departamento de TI apenas dar suporte. Cerca de 91% dos que tem poder de decisão afirmaram que a responsabilidade pela qualidade dos dados deve ser da área de negócio, com o TI prestando suporte.

Os profissionais de tecnologia da informação concordam com os executivos. De acordo com o levantamento da Experian, 90% dos entrevistados da área de TI concordam que os times ligados ao negócio devem participar ativamente dos projetos de dados.

Entre os entrevistados que estão planejando algum projeto de gerenciamento de dados, a maioria (50%) está focando na integração dos dados. Na última pesquisa, a proporção de entrevistados que tinha essa intensão era de 34%. Já 46% dos projetos estão focados em Analytics, número que cresceu 22 pontos percentuais desde a última pesquisa.

De acordo com a pesquisa, feita com com mil profissionais de empresas com mais de 250 funcionários em quatro países (Brasil, Estados Unidos, Inglaterra e Austrália), 75% dos executivos viram retorno no investimento em soluções de qualidade de dados. No Brasil, o número é maior: 89%.

O principal objetivo dos que investiram em soluções foi melhorar a experiência do consumidor, fator citado por 60%. Obter ganhos de custo e eficiência foi o objetivo citado por 51%. Outras vantagens buscadas foram a melhoria da gestão dos talentos internos (47%), o avanço diante da transformação digital (45%) e o crescimento global (44%).

FONTE:
http://www.portalnovarejo.com.br/2018/08/01/pesquisa-gestao-dados/