quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Open Banking: um caminho sem volta

Junto com esse novo consumidor surgiu a necessidade de criar novos serviços de pagamentos digitais. É preciso evoluir na forma como os bancos encaram a tecnologia e os dados dos clientes. Um exemplo é a adoção do Open Banking.


É inegável a transformação que o uso da tecnologia trouxe – e continua trazendo – à medida que novos avanços são implementados para todos os segmentos. Com o setor financeiro não podia ser diferente, basta pensar em como era um banco há 10 ou 15 anos. Qual era o consumo de cheques? E a oferta de serviços de Mobile Bank ? Junto com esse novo consumidor surgiu a necessidade de criar novos serviços e alternativas de uso.

Uma pesquisa global recente elaborada pela consultoria EY aponta que a implementação de serviços digitais já é uma prioridade, em 2018, para 85% das 221 instituições financeiras entrevistadas. O estudo mostrou ainda que 70% delas planejam investir em tecnologia para fortalecer seu posicionamento competitivo e ganhar mercado.

O Open Banking simplifica as integrações das aplicações na nuvem, no mobile e ainda possibilita a redução dos custos operacionais tanto para o banco quanto para seus parceiros. Ao facilitar a criação de novas aplicações por terceiros, o banco melhora a experiência dos clientes e amplia as possibilidades de receita sem ter que arcar com todos os custos de desenvolver esses novos serviços. É uma situação “ganha, ganha”.

As barreiras a serem superadas estão se tornando cada vez menores. Questões como segurança, que sempre foi um dos principais desafios quando o assunto é abrir os dados, é uma delas. Outro ponto importante é a regulamentação. Na Europa, por exemplo, entrou em vigor este ano a PSD2 (ou payment services revised directive). Agora, todas as organizações reguladas pelo Banco Central Europeu terão que disponibilizar APIs abertas, ou seja, adotar a plataforma do Open Banking, viabilizando a interoperabilidade com outras industrias, como comercio eletrônico e diversas Fintechs, ampliando a possibilidade de acesso e oferta de serviços inovadores aos seus clientes. Vários países estão no mesmo caminho, estudando e legislando sobre este assunto. No Brasil, apesar de ainda não termos regulamentação específica e a maioria dos bancos atuar de forma conservadora, algumas instituições estão alinhados com esta tendência, e, já oferecem APIs abertas, possuindo casos concretos de bom uso da ferramenta.

Porém antes de abrir os dados é preciso estruturar a segurança, a governança corporativa, mudar processos e até estruturas organizacionais. Existem riscos novos e desafios neste processo irreversível. Mas talvez o maior entrave ainda esteja na cultura. Trata-se, portanto, como toda inovação de uma real ameaça ou uma grande oportunidade, mas certamente tremenda mudança de como o Mercado Financeiro vinha operando e protegendo os dados dos clientes como ativo exclusivo da instituição.

Uma coisa é fato: o avanço é implacável, independentemente do nível de maturidade digital e do grau de abertura. E quem não aderir, ou demorar muito para entrar nesse barco, poderá perder clientes e espaço para os concorrentes não tradicionais. Talvez muito antes e mais rápido do que hoje podemos imaginar…

FONTE:

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Cadastros em Programas de Fidelidade Crescem 20,8% no Primeiro Semestre


A Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF) divulgou balanço semestral que aponta um aumento de 9,8% no faturamento de seis de suas empresas associadas, na comparação entre o primeiro semestre deste ano e o mesmo período de 2017. Juntas, Dotz, LTM, Multiplus, Netpoints, Smiles e TudoAzul faturaram R$ 3,2 bilhões, segundo estudo desenvolvido pela GS&Inteligência.

O número de cadastros nos programas das associadas chegou a 120,6 milhões em todo o país, no fim do primeiro semestre, representando um avanço de 20,8% em relação ao mesmo período de 2017.

No primeiro semestre deste ano, foi emitido um total de 136,8 bilhões de pontos/milhas, número que representa um incremento de 16,6% em relação aos seis primeiros meses do ano anterior. Na emissão de pontos/milhas, varejo e bancos seguem como as principais fontes de acúmulo, responsáveis por 88,9% do total. Os 11,1% restantes são oriundos de viagens.

A análise dos resgates mostra que os participantes de programas de fidelidade estão aproveitando as oportunidades. O número de pontos/milhas resgatados cresceu 19,8% dos primeiros seis meses de 2017 para o mesmo período deste ano, alcançando um total de 117,0 bilhões. Diferente do que ocorre com o acúmulo, quando os consumidores trocam seu saldo, os itens favoritos são as passagens de avião, destino de 73,9% dos pontos/milhas.

Apesar da preferência por bilhetes aéreos, o varejo é um setor que vem ganhando espaço. Neste primeiro semestre, 26,1% dos pontos/milhas foram trocados por produtos ou serviços. No mesmo período do ano anterior, esse percentual estava em 23,8%.

“A evolução dos programas de fidelidade, que inclui o aumento das opções de acúmulo e resgate, tem levado o consumidor a perceber que os pontos/milhas podem fazer diferença em seu dia a dia, aumentando seu poder de compra. A troca não precisa mais esperar a viagem de férias, por exemplo. O resgate pode vir na fila do supermercado, no posto de combustível ou para aquela experiência em um show de música”, explicou Roberto Chade, presidente da ABEMF.

O executivo explica que, apesar do cenário econômico desafiador, o setor de fidelidade no Brasil deve continuar em ritmo de crescimento. “Muitos consumidores no país ainda estão aprendendo a utilizar os programas de forma a usufruir melhor de seus benefícios. O resgate de passagens, produtos e serviços, sem custo ou com descontos, amplia a percepção de valor por parte dos participantes, que tendem a aumentar seu engajamento. Observando as vantagens, pessoas que nunca fizeram uso da fidelização também ficam mais propensas a aderir aos programas”, concluiu.


Fonte:

https://www.mercadoeconsumo.com.br/2018/09/27/cadastros-em-programas-de-fidelidade-crescem-208-no-primeiro-semestre/

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Internet das Coisas no Varejo Físico

Há pouco tempo não era raro encontrar varejistas que dispensavam os recursos tecnológicos e apostavam em seu “faro” nos negócios. Afinal, realmente era difícil obter dados confiáveis sobre o público-alvo, a concorrência e o próprio setor para embasar a tomada de decisão. Isso perpetuou a figura do dono ou do gerente “sabe tudo” mesmo em grandes lojas e redes. Entretanto, esta situação está mudando e, hoje, esses empresários podem contar com informações essenciais graças à evolução do conceito de Internet das Coisas (IoT).

O mercado de soluções IoT destinado ao varejo está expandindo de forma exponencial em todo o mundo. O setor deve movimentar US$ 94,44 bilhões até 2025, com um crescimento médio anual de 21,5% durante este período, de acordo com levantamento da Grand View Research. Já uma previsão da Gartner aponta que em 2020 existirão 20 bilhões de objetos conectados à Internet, criando uma verdadeira “infovia” de dados nas mais diferentes áreas de atuação humana.

No caso específico do varejo tradicional, já há uma série de recursos que fornecem informações relevantes e auxiliam os profissionais a terem uma visão mais detalhada do negócio. O mais importante deles é o que permite reconhecer e identificar o comportamento de seus clientes. Dispositivos IoT conseguem captar dados sobre o fluxo de visitantes, por exemplo, e transformá-los em indicadores relevantes nas áreas de Administração, Comercial, Marketing e RH. Abre-se um novo mundo para os empresários, que podem combinar essas diferentes informações para melhorar a tomada de decisão.

A evolução dos processos tecnológicos já é uma realidade em diferentes segmentos e consolidou a transformação digital. Logo, o varejista também não pode ficar de fora dessa questão e precisa, o quanto antes, investir em um modelo de negócio que seja inspirado em dados e informações coletadas por meio da Internet das Coisas. Se no e-commerce todos os processos são mensurados, analisados e testados, o comércio físico caminha para a mesma situação, permitindo aos envolvidos melhorar a produtividade e eficiência do negócio.

Dessa forma, o varejo dará o seu passo mais importante com ações voltadas para o conceito de Omnichannel. Ou seja, a integração de todos os canais de venda de uma empresa, respeitando a jornada de compra do consumidor e identificando as melhores oportunidades para impactá-lo. Não se trata mais de ter uma estratégia online e outra off-line. Agora, a busca é justamente pela unificação do digital: dados coletados em diferentes recursos que se convergem com o objetivo de estimular novos negócios. Um levantamento da Deloitte mostrou que o digital influenciou US$ 1,7 trilhão nas vendas off-line em todo o mundo.

O varejista pode se recusar e até tentar administrar seu negócio sem a ajuda da Internet das Coisas. Entretanto, sem a ajuda dos dados, é praticamente impossível se destacar da concorrência em um cenário de intensa competitividade. Nenhuma decisão ou estratégia pode ser definida sem estar ancorada em relatórios precisos sobre os mais diversos pontos de uma loja. Na era dos objetos conectados e inteligentes, você também precisa demonstrar inteligência e aceitar que a Internet das Coisas vai dominar, cada vez mais, o varejo nacional.

FONTE:
https://portalnovarejo.com.br/2018/09/os-impactos-da-internet-das-coisas-no-varejo-fisico/

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

A Ciência de Big Data no Varejo

Quais tecnologias usar para mapear
a jornada do cliente na loja física?


A ciência matemática proporcionada pelo Big Data é essencial para o varejo ser cada vez mais assertivo e conexo com o consumidor.

O feeling de um varejista experiente costuma ser apurado. Ninguém tira o poder e a importância de um grande executivo que sabe reconhecer movimentos, tendências e estratégias para atingir em cheio o consumidor num simples movimento. Entretanto, para sanar aquele benefício da dúvida em que o varejo ainda se sustenta mais do que deveria, novas tecnologias vieram para ajudar as lojas a produzirem dados mais inteligentes, que, combinados a um bom time analítico, podem trazer otimização, redução de custos e uma assertividade nunca antes vista.

Não há fórmulas preestabelecidas para um ponto de venda ir bem. A questão atual é a tendência de mesclar o feeling, que a experiência só aprimora, com a matemática de Big Data propiciado por tecnologias na loja física. O e-commerce já faz o mapeamento do cliente por meio de registros digitais e inúmeros dados são gerados a partir disso.

No ponto de venda, é possível ter essa mesma eficiência da pegada digital que o consumidor deixa adotando essas ferramentas, como os mapas de calor, usados há anos por redes varejistas e indústrias. Hoje, a tecnologia ampliou as possibilidades de conhecer a produtividade do negócio e como o consumidor interage com o ambiente e os produtos.

FONTE:
https://portalnovarejo.com.br/2018/09/quais-tecnologias-usar-para-mapear-a-jornada-do-cliente-na-loja-fisica/

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Cinco dicas para seu e-commerce vender mais no Dia do Cliente

Nos últimos anos, o esforço de vendas realizado pelas lojas online em períodos sazonais como Dia das Mães, Dia das Crianças e Natal tem impulsionado de forma significativa o varejo como um todo.


Uma data comemorativa que ainda não é muito conhecida no país, mas, se for bem aproveitada pelos lojistas, pode ajudar a alavancar os negócios, é o Dia do Cliente, que acontece no dia 15 de setembro.

Segundo levantamento realizado pelo Google, a data já possui tantas buscas na plataforma quanto o Dia do Consumidor, que acontece no dia 15 de março e é mais popular. Somente em 2017, houve mais de 300 mil buscas pelo termo “Dia do Cliente”.

Para ajudar o empreendedor a tirar um melhor proveito da data, principal oportunidade para os varejistas em setembro, a Performa Web, agência de marketing digital full service, lista os principais passos para impulsionar as vendas na ocasião.

Nos últimos anos, o esforço de vendas realizado pelas lojas online em períodos sazonais como Dia das Mães, Dia das Crianças e Natal tem impulsionado de forma significativa o varejo como um todo.

Uma data comemorativa que ainda não é muito conhecida no país, mas, se for bem aproveitada pelos lojistas, pode ajudar a alavancar os negócios, é o Dia do Cliente, que acontece no dia 15 de setembro.

Segundo levantamento realizado pelo Google, a data já possui tantas buscas na plataforma quanto o Dia do Consumidor, que acontece no dia 15 de março e é mais popular. Somente em 2017, houve mais de 300 mil buscas pelo termo “Dia do Cliente”.

Para ajudar o empreendedor a tirar um melhor proveito da data, principal oportunidade para os varejistas em setembro, a Performa Web, agência de marketing digital full service, lista os principais passos para impulsionar as vendas na ocasião.


1. Antecipe os descontos e avise os seus clientes: como a data ainda não é tão conhecida quanto outras já mais tradicionais, é necessário convidar o público para participar das ofertas de sua plataforma online. Para isso, invista no bom e velho e-mail marketing, ainda um dos canais mais eficientes de aquisição de clientes, e nas ações nas redes sociais, de preferência com anúncios pagos. Além de serem formatos acessíveis, podem ajudar a ampliar a repercussão e os públicos impactados.

2. Invista nas imagens dos produtos e crie campanhas com links patrocinados: quem nunca tentou ver com detalhes a foto de algum produto na internet, mas tudo o que conseguiu enxergar foi uma imagem em baixa resolução? Se você deseja fisgar o público pelos detalhes, deve observar essa questão. Faça fotos de todos os ângulos do produto e, se for o caso, de todas as cores. Pode parecer desnecessário, mas vai fazer toda a diferença. Outros formatos de mídia também são recomendáveis, como o Google Shopping e anúncios em Links Patrocinados, que precisam ser criadas com objetivos claros. Além disso, lembre-se de identificar o melhor formato para a campanha. Esse é um dos pontos cruciais, pois, quando mal gerido, pode colocar em jogo toda estratégia.

3. Atente-se aos prazos de entrega: não adianta nada deixar a sua loja virtual impecável, com uma enorme gama de produtos em promoção, mas atrasar a entrega. Isso não apenas afasta o consumidor da marca, como gera a temida propaganda negativa. Por isso, determine prazos realistas e monitore essa logística com algum tipo de software específico. Caso ocorra algum imprevisto, é necessário enviar um aviso com urgência.

4. Fique ligado na concorrência: o que as empresas similares a sua estão fazendo para atrair a clientela em datas sazonais? É sempre interessante fazer uma pesquisa de mercado e saber o que a concorrência está pensando. Neste caso, não é copiar o que está sendo feito e sim ter insights interessantes para a construção de novas ideias. E não esqueça, claro, de manter a sua identidade em tudo o que for fazer.

5. Dê feedback para os seus clientes: outro ponto muito comum que desgasta a imagem de qualquer empresa é não dar um retorno ao consumidor. Por isso, tente respondê-lo com o máximo de urgência e eficiência, principalmente em datas deste tipo. Monitore e-mails e redes sociais com frequência, interagindo e gerenciando críticas. Atenda o seu público como gostaria de ser atendido.

FONTE:
https://ecommercenews.com.br/noticias/dicas/cinco-dicas-para-seu-e-commerce-vender-mais-no-dia-do-cliente/

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Proclame a Sua Independência Hoje!

Com o GoFlash, a Plataforma Completa, sua empresa tem liberdade de escolha e não precisa estar preso a uma só Retaguarda. Você pode usar a de sua preferência, seja ela qual for, ou trabalhar nativamente com nosso próprio sistema totalmente preparado para as suas necessidades. E talvez algumas que você nunca tinha pensado. Declare já a sua independência também, conheça o GoFlash.

Acesse |  http://b2u.com.br

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

A Cor do Ano (ou Todas as Outras)

"Ultra Violet ilumina o caminho do que ainda está por vir" 

Este é o motto da Cor do Ano da Pantone que rege as tendências da moda e que também faz parte da personalização de temas do GoFlash. Nós não utilizamos apenas o consagrado Material Design do Google em sua Identidade Visual, permitimos um alto índice de personalização para a sua loja.

Use o UltraViolet no seu terminal ou deixe com a identidade visual que preferir. Uma plataforma completa não poderia deixar de estar atenta aos pequenos detalhes que fazem as grandes diferenças.

Conheça nosso produto | http://b2u.com.br/