quinta-feira, 25 de junho de 2020

// O Que São as V-Techs?

Com a tecnologia cada dia mais presente no mercado brasileiro, o Varejo-tech pode ser o futuro do varejo nacional.

Pensando em auxiliar pequenas empresas, startups de tecnologia criaram as Varejo-tech. Isto é, focadas em ajudar o mercado varejista, identificam o problema e determinam uma solução principalmente para pequenas empresas Os pequenos varejistas conseguem oferecer soluções customizadas aos seus clientes e até mesmo uma experiência mais humanizada. Porém grandes varejistas tem vantagens relativas aos seus tamanhos. Como por exemplo, uma maior quantidade de possibilidades de formas de pagamento.

Uma infinidade de bandeiras dos cartões são aceitas, muitas vezes cheque também e ainda tem o cartão exclusivo da loja. Que possibilita que o cliente possa parcelar suas comprar sem pagar taxa de juros mensal, por exemplo. Pensando nisso, a Neopag – startup de tecnologia brasileira – criou uma plataforma de cartões digitais também para pequenas empresas. Ou seja, não importa o tamanho da empresa, todas podem criar um cartão próprio da loja. Com isso, as possibilitam oferecer para seus clientes a opção de parcelamento na hora da compra. O Varejo-tech pode ser o futuro do varejo nacional, afinal têm possibilidades de ajudar pequenas e médias empresas melhor se posicionarem no mercado. Além de terem a oportunidade de oferecer a seus clientes uma experiência de compra completa – desde o bom atendimento até a grande variação de formas de pagamento. A atenção para essas novas empresas deve ser dobrada, já que podem ser a solução para alguns problemas além de poderem também mudar completamente o varejo dos dias atuais.

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FONTE:
https://savprice.com/varejo-tech/

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quinta-feira, 18 de junho de 2020

// Marketing Digital é o Novo Normal

Se manter vivo com conteúdo relevantes, engajamento com os clientes que formam a sua comunidade e monitoramento de redes sociais estão entre as dicas dadas por uma especialista comunicação digital e futurismo

A normalidade pré-pandemia de Covid-19 pelo mundo já foi descartada de existir por diversos especialistas, que ainda estão analisando como o mercado de produção e de consumo deve ser impactados pelo surto da doença. O “Novo Normal” fez com que transformações de futuro chegassem mais rápido do que se imaginava e impôs para as empresas desafios bem ao estilo “adapte-se ou desapareça”. Mas boas estratégias de marketing digital estão disponíveis para trilhar os caminhos entre crise econômica, confinamento e redução de budget. E é possível planejar uma saída.

Por isso mesmo, fomos conversar com uma especialista no assunto, a consultora de comunicação digital e futurismo Soraia Lima, que também é doutora em Ciências da Informação pela USP e professora universitária na USP, PUC-SP, ESPM e Faculdade Cásper Líbero. “Com a crise, o que levaria anos para ser implementado e consolidado nas empresas, veio de uma maneira impositiva, sem grandes reflexões sobre qual o melhor formato digital para a sua realidade”, explica ela. Isso prova que agora é a hora de olhar com atenção suas próximas movimentações digitais. Acompanhe a entrevista e fique de olho nos insights: pode ser o seu caminho das pedras.

Consumidor Moderno: Pode-se dizer que o marketing digital se tornou o elemento mais importante de sobrevivência para as empresas agora, durante a pandemia de Covid-19? O que isso significa na prática?

Soraia Lima – A pandemia (e, mais precisamente, a quarentena) apenas evidenciou o que profissionais da área têm apontado há mais de 15 anos no Brasil: ser digital não é mais uma opção. É uma necessidade. No entanto, com a crise, o que levaria anos para ser implementado e consolidado nas empresas, veio de uma maneira impositiva, sem grandes reflexões sobre qual o melhor formato digital para a sua realidade. Afinal, mais de 60% da população brasileira têm acesso à internet e a maior parte estava em casa, com hábitos de consumo também mudando devido ao cenário. Para se ter ideia, segundo dados da Kantar, houve um aumento de 39% do delivery, o que indica que as pessoas não pararam de consumir (principalmente no caso de alimentos e produtos de higiene), apenas mudaram a forma como faziam isso. Então, se por um lado, a crise evidenciou a necessidade de transformação digital das marcas, por outro, fez com que aquelas que ainda não estavam vivenciando processos digitais tivessem que se adaptar do dia para a noite por uma questão de sobrevivência. E isso pode levar a escolhas não tão assertivas, já que cada tipo de negócio tem uma demanda digital específica. Na prática, portanto, teremos um mercado investindo no digital em diferentes setores, mas que isso não necessariamente implicará em empresas realmente preparadas para compreender como o digital funciona.

CM: Mesmo que a empresa não tenha um e-commerce ou venda direta de um produtos, como o marketing digital pode ajudar a manter esse awareness?

Soraia Lima –  Ter um e-commerce ou até um marketplace em redes sociais, bem como ferramentas de venda direta, são ideais para manter seu negócio funcionando neste momento. No entanto, esses não são os únicos formatos que funcionam. Uma boa estratégia de conteúdo, trazendo informações relevantes para seus consumidores não apenas sobre seus produtos e serviços, mas também sobre questões sobre a sociedade, ações de caridade e engajamento com a sua comunidade são estratégias que mantêm o awareness e são eficientes. Temos exemplos disso dentro e fora do Brasil, e que têm dado resultados positivos nesse sentido. Internacionalmente posso citar a marca alimentícia Chipotle (distribuíram alimentos gratuitamente e tiveram o apoio de celebridades nos Estados Unidos), o Burger King (na Itália, a marca fechou suas lojas e distribuiu seus hambúrgueres para ONGs) e a Tmall (a empresa chinesa trouxe todos os seus eventos para o digital com sucesso). No Brasil, tivemos as lives como principal ferramenta de conteúdo de diferentes marcas. Na minha opinião a marca Dengo se destacou na adaptação para o digital dentro desse cenário. A marca de chocolates fechou todas as suas lojas e elaborou um formato no qual os consumidores podem interagir com os vendedores ao vivo durante a sua compra online. Esse é um formato que pode ser adaptado para qualquer tamanho de empresa, por exemplo. As marcas devem lembrar que este é o momento de semear ações que ecoarão no que tem se chamado de “Novo normal”. Os consumidores lembrarão das marcas que utilizaram apenas o digital para vendas e não para ações mais humanizadas.

“A pandemia (e, mais precisamente, a quarentena) apenas evidenciou o que profissionais da área têm apontado há mais de 15 anos no Brasil: ser digital não é mais uma opção. É uma necessidade”

CM: Você que lida diariamente com o assunto tem números que comprovam a movimentação de empresas que passaram a investir mais em marketing digital desde que o confinamento se impôs? É certo dizer que quem não cortou essas verbas ou seguiu com um olhar mais dedicado saiu na frente na concorrência por espaço na vida dos consumidores?

Soraia Lima –  Não há dados que comprovem que as empresas investiram mais em marketing digital. A percepção é que elas passaram a investir mais em estratégias digitais, que consistem em ações de branding (com ênfase em posicionamento) e de presença digital, estabelecendo novos canais para a marca ou repensando seu conteúdo. De um modo geral, o mercado percebeu que uma abordagem exclusiva de marketing digital apoiada em vendas poderia gerar uma impressão negativa para os consumidores. Assim, eles equilibraram suas ações em pontos que poderiam ajudar a passar por esse momento de crise da melhor maneira possível. Um ponto que muitos profissionais da área perceberam é que cresceu bastante nesse momento a demanda por monitoramento de mídias sociais. Durante uma crise, saber o que os usuários falam de sua marca, dos concorrentes e do mercado é fundamental para a escolha de uma estratégia assertiva. Por isso, muitas empresas recorreram a ações como essa para identificar gargalos e possibilidades em meio à pandemia.

“As marcas devem lembrar que este é o momento de semear ações que ecoarão no que tem se chamado de ‘Novo Normal'”

CM: Como expert no assunto, que dicas você pode dar para dar um boost nas comunicações de redes sociais nesse segundo momento em que vivemos no Brasil, de iminência de liberação de movimentação de pessoas nas ruas e abertura de comércios e escritórios?

Soraia Lima –  Minha primeira dica é ouça a sua comunidade. Veja o que os usuários estão falando sobre sua marca, mercado e concorrentes. Isso diminui bastante as chances de cometer uma gafe ou perder o timing de uma ação interessante. Outra dica é agir em vez de reagir. As ações de marketing digital neste período devem considerar as comunidades relacionadas à marca, de modo a dar suporte para os consumidores e melhorarem suas experiências no período; produção de conteúdo relevante, para se manter na lembrança dos usuários; e aproximação junto a influenciadores que possam contribuir positivamente no awareness. Por fim, o monitoramento de mídias digitais pode ajudar a marca a ter insights relevantes e acompanhar as conversas dos usuários sobre assuntos relacionados a produtos, serviços e tendências.

CM: Muitas empresas ainda ficam confusos sobre em qual rede social apostar com tantas disponíveis – Facebook, Twitter, Instagram, Youtube – e agora tem o Tiktok, que vem ganhando espaço entre os mais jovens. Como fazer essa escolha?

Soraia Lima –  O primeiro ponto é entender que presença digital não é estar em todas as mídias. É entender quais são as mais relevantes para a sua marca e a sua audiência. Assim, o ideal é que a empresa faça um mapeamento das possibilidades e veja quais mídias são as mais estratégicas. Por exemplo, se você é da área de roupas e alimentos, duas mídias interessantes são o Instagram e o Pinterest. Embora a primeira seja mais popular no Brasil, a segunda é uma valiosa fonte de tráfego orgânico, o que pode lhe ajudar a impulsionar seus negócios em um e-commerce ou site. Outra dica é saber o seu limite. Geralmente, acabamos nos empolgando com novas mídias e criamos contas, sem pensar se teremos conteúdo e equipe para dar conta de tantos perfis. Por isso, é melhor ter poucos perfis, mas com conteúdo relevante, postado com constância e frequência, do que ter diferentes perfis e deixá-los por muito tempo sem conteúdo.

“Ter presença digital não é estar em todas as mídias. É entender quais são as mais relevantes para a sua marca e a sua audiência”

CM: Investir em newsletters segue sendo uma boa tática para o marketing digital? Como não estressar sua base em tempos de superinformação que nem os de agora?

Soraia Lima – Newsletters, principalmente dentro de uma estratégia de inbound marketing, continuam como uma boa estratégia para geração de tráfego orgânico mesmo em tempos de pandemia. Assim, investir em uma boa curadoria de conteúdo, com conteúdos mais analíticos, pode ser útil para os seus leitores, se tornar uma forma eficaz de contornar esse excesso informacional que estamos vivendo. Além disso, vale pensar em uma periodicidade que não seja cansativa nem para a equipe que vai produzir o conteúdo, nem para quem vai lê-lo.

CM: No último um ano e meio houve um boom de opções de cursos online – e durante a pandemia eles têm se mostrado uma alternativa boa para praticamente todo tipo de assunto (de gastronomia, passando por cultura, aperfeiçoamento pessoal, idiomas, etc). Como você avalia isso? Vale a pena investir?

Soraia Lima –  Os cursos online podem ser uma estratégia válida de conteúdo relevante para marcas e consultores. A única questão é pensar: o que farei após a pandemia. Veja bem, agora na pandemia pensamos em diferentes estratégias que, por muitas vezes, não implementamos em períodos de “normalidade”. Por isso, temos que tomar cuidados em investir em ações que não terão continuidade depois, como lives com entrevistas, newsletters e cursos. Assim, se a sua estratégia é aproveitar o momento para investir em conteúdos que são relevantes e que a sua empresa não tinha oportunidade de implementar antes, considero ser válida a decisão. No entanto, se é um projeto de curto prazo, com tempo definido, sua audiência deve saber, para não gerar falsas expectativas. Atualmente, o que não faltam para marcas são opções de conteúdos relevantes. O que se deve pensar é quais são as mais importantes para o meu negócio e se conseguirei fazer a gestão de tudo que está se propondo.

FONTE:
https://www.consumidormoderno.com.br/2020/06/12/marketing-digital-covid19/


quinta-feira, 11 de junho de 2020

// E-Commerce Puxa a Recuperação

A alta foi impulsionada principalmente por roupas esportivas e artigos esportivos (216%), varejo específico para utilidades domésticas e materiais de bricolagem (190%) e jogos (84%).

O relaxamento de algumas restrições de bloqueio, em alguns países, foram refletidos nas tendências nas categorias de varejo; Roupas de bricolage e roupas esportivas se recuperam, enquanto o crescimento no escritório doméstico e nos suprimentos eletrônicos diminuiu.

Comércio eletrônico mundial

Uma pesquisa da ACI mostra que o aumento no volume de transações de comércio eletrônico reflete mais um mês inteiro de amplas restrições relacionadas ao COVID-19, com os consumidores optando por canais on-line e ações de compra digital com coleta em lojas físicas.

No entanto, o levantamento aponta que o alívio das restrições de bloqueio em muitos países se reflete em certos setores que até agora experimentaram o maior impulso. As compras de jogos aumentaram 126% em relação ao ano anterior em abril, contra 84% em maio, enquanto os eletrônicos aumentaram apenas 32% no mês passado, depois de terem aumentado mais de 55% em abril.

Os setores mais impactados negativamente apresentaram uma leve recuperação em maio; as viagens caíram 91% em abril, enquanto em maio melhoraram ligeiramente para 73%, abaixo do mesmo período do ano passado.

“Enquanto muitas das tendências no comportamento de compra de comércio eletrônico que surgiram em março e abril continuaram, estamos começando a ver o impacto que o relaxamento gradual das restrições está causando na atividade de varejo”, disse Debbie Guerra, vice-presidente executiva da ACI Worldwide.

Conclusões do estudo

O estudo chegou à algumas conclusões, quando falamos em tendências de comércio eletrônico no atual cenário mundial. Houve aumento de 23% no volume transacional do comércio eletrônico em maio de 2020, comparado a maio de 2019 (um pouco abaixo do aumento de 23,5% em abril).

Os setores que apresentaram crescimento significativo em maio (comparado a maio de 2019) incluíram:

  • jogos: + 84% (+ 126% em abril),
  • varejo geral: + 190,2% (+ 209% em abril),
  • jóias: + 190,8% (+136,9 % em abril),
  • roupas esportivas: + 216,3% (+ 114% em abril)
  • eletrônicos: + 32,2% (+ 55,5% em abril)

Os itens de escritório em casa (incluindo monitores, fones de ouvido, webcams e dispositivos de conectividade à Internet) representaram 10% de todas as compras de eletrônicos em maio, ante uma alta de 15% em março e 14% em abril.

quinta-feira, 4 de junho de 2020

// Saia na Frente Quando a Cidade Abrir

Para ter a preferência dos consumidores é preciso entender qual o canal de atendimento ideal para cada um para conhecer seus gatilhos de compra e mapear seus hábitos de consumo.

Nos últimos anos acompanhamos diversas mudanças em relação ao comportamento dos consumidores, o que provocou uma grande revolução no mercado varejista. Essa situação somada a forte concorrência existente corroborou para um cenário cada vez mais desafiador, fazendo com que muitos players se reinventassem para continuar lucrando.

As ações tradicionais que envolvem as promoções imperdíveis, cartões de fidelidade e produtos exclusivos não são tão eficientes como antigamente, uma vez que elas podem ser facilmente imitadas por outras marcas.

Assim, as lojas se viram na necessidade de proporcionar experiências mais personalizadas no atendimento para satisfazer as reais necessidades dos seus compradores.

De acordo com um estudo da IProspect, agência de marketing digital full performance, 83% dos líderes de marketing apostam na relevância de uma vivência única do consumidor em vários canais de contato com a empresa.

Já um levantamento feito pela McKinsey, consultoria empresarial americana, reforça que as organizações que interagem com seus clientes de maneira diferenciada podem aumentar a receita em até 30%.

Esses números comprovam que o lojista precisa inovar, criar ativações exclusivas e individualizadas para o seu público. E uma estratégia que considero extremamente importante para ter sucesso é conhecer as preferências dos seus fregueses e o canal de comunicação mais utilizado por eles, o que permitirá desenvolver ofertas mais assertivas e um bom atendimento.

Hoje no mercado há algumas ferramentas tecnológicas que ajudam a coletar o máximo de informações sobre um usuário para avaliar e entender quais são seus gatilhos de compra e, posteriormente, classificá-los de acordo com os seus hábitos de consumo.

Se durante esse processo os varejistas fizerem uma boa análise e gestão dos dados, com certeza conseguirão extrair insumos relevantes para construção de promoções mais adequadas com o perfil de seus consumidores.

Outro ponto importante é desenvolver ações específicas para aumentar as vendas durante o período de compras ou no momento de abandono do carrinho. Para isso, é preciso conhecer a jornada do cliente e oferecer os produtos de interesse na hora certa.

Além disso, ter uma equipe multidisciplinar, qualificada e engajada será determinante para o sucesso dessa estratégia. Os profissionais poderão compartilhar os seus conhecimentos para ajudar no desenvolvimento do projeto.

Por isso, reforço: promover a unificação dos sistemas de tecnologia pode auxiliar na construção de uma plataforma ainda mais robusta e flexível, que será de grande valia para a área comercial.

Com base nos fatos apresentados, posso afirmar que o futuro do varejo será baseado na personalização do atendimento ao consumidor. Dessa forma, é importante que as marcas comecem a apostar nessa estratégia desde já, para que consigam se destacar perante a concorrência e melhorar os seus resultados.

Caso contrário, ficará muito difícil sobreviver em meio a tantas novidades e inovações.

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FONTE:
https://www.consumidormoderno.com.br/2020/06/01/personalize-o-atendimento/

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quinta-feira, 28 de maio de 2020

// Não Basta Só Ter os Dados em Suas Mãos

O essencial para a empresa ser orientada por dados

Há muitos aprendizados para assimilarmos com a pandemia pela qual estamos passando e teremos que repensar a forma do varejo operar. Entre as lições do COVID-19 está a importância dos dados para orientar as nossas decisões.  Saber entender tendências, nos anteciparmos e nos preparar para um futuro desconhecido. Se você não tem o hábito de apoiar suas decisões em informações, as chances de errar são muito maiores porque apenas a experiência e a sua opinião pessoal não serão mais suficientes diante de tantas mudanças.


Muitos varejistas, que iniciaram a operação  de e-commerce a “toque de caixa” sentiram os impactos negativos na experiência dos clientes e nos resultados por terem cadastros  de produtos com descritivos ruins, estrutura mercadológica que não permite informações por categorias e segmentos e subsegmentos, a  ausência de boas ferramentas e disciplina  para  a gestão de estoques com estoque virtual (fantasmas), estoque negativo. Alguns atuaram rapidamente para rever a imagem negativa no meio da turbulência e recuperar os clientes e outros nem tantos. O COVID-19, de diferentes perspectivas, nos demonstra a importância de ter uma governança de dados inclusive para atender bem os clientes.


Por essa experiência, você, seus pares e colaboradores já constataram a importância dos dados para a operação do negócio.  Considerando que todos foram sensibilizados, é o momento de estabelecer um plano de ação para corrigir esses problemas.  Um executivo da Sales Force durante a NRF 2020 afirmou que os dados não são o novo petróleo, mas sim a nova água, pela qual não temos fontes alternativas e é essencial para a vida.  Viveremos um 2020 difícil, com margens ainda mais “apertadas”.  A linha que divide o sucesso do fracasso ficará mais tênue e os dados é que nos permitirá tomarmos melhores decisões.


Quais são os passos essenciais para tomar decisões com base em dados?


Reavalie as fontes internas dados

É fundamental entender os alcances e limitações dos dados que você tem disponível na sua organização.

Segmente as informações por meio da estrutura mercadológica.

Há empresas varejistas que trabalham apenas com um ou dois níveis, onde se vê o total das vendas e um departamento. Uma estrutura ideal deveria ter no mínimo quatro níveis a partir da categoria (categoria, subcategoria, segmento e subsegmento – fonte: Connect Shopper). Essas informações são essenciais para a análise de informações. Analisar uma média, sem o detalhamento, pode levar a tomar decisões equivocadas.

Cadastro.

Aspecto fundamental, mas duas considerações gerais: há que ter padrão nos descritivos, disciplina na execução e o processo ser automatizado para ganhar velocidade na economia digital.  Já não basta a operadora de caixa fazer a leitura do código de barras individual, mas os donos, executivos, compradores precisam usar as informações para tomar melhores decisões. Há iniciativas para a padronização de descritivos dos produtos promovidos pelas associações supermercadistas e empresas privadas. Precisamos desenvolver meios de incentivá-las e torná-las acessíveis para a maioria dos varejistas. Está em jogo a experiência do cliente e a sobrevivência das empresas. O cadastro não é só importante para operar com e-commerce, mas também para atribuir os impostos a serem pagos corretamente. Sabemos da complexidade tributária do Brasil e só um sistema bem feito para evitar problemas fiscais. Diante da recessão que se aproxima e recursos alocados para combater a economia, a probabilidade de o governo investir, ainda mais, no sistema de arrecadação é grande. Com a pandemia, é provável que o governo tenha, por exemplo, as condições políticas para implementar a CPMF.

Preço/margem:

ter um preço no sistema atualizado e que seja o mesmo da gôndola. O Abílio Diniz tinha uma frase na loja que dizia mais ou menos o seguinte: “Aumento de vendas sim, mas às custas da minha lucratividade nunca.” A gestão de preços se tornará mais complexa com as diferentes frentes que o varejo opera como o tradicional tabloide de promoções, os preços do clube do cliente, do e-commerce, o pack virtual, marca própria etc. A ausência de estratégias e políticas de precificação podem gerar muita confusão da operação e comprometer o resultado. A gestão do sortimento/preço é complexa pelas características da operação e pelo grande número de lançamentos e que menos de 5% deles realmente alcançam o sucesso.

Ruptura:

há diferentes fórmulas de cálculo. É vital ter um padrão na empresa. Quando cada área faz seu próprio cálculo, isso vira confusão e lentidão. Será fundamental ter essa informação com qualidade para se planejar e atender melhor o cliente. Com o e-commerce e empresas de entrega frequentando tua loja para atender os clientes, esse indicador se torna mais crítico e complexo. A tecnologia já está acessível e é possível fazer inventários diários, inclusive para atualização de preços entre gôndola e sistema em tempo real, na frente da gôndola, além de sinalizar rupturas. Torna-se fundamental a adoção de um critério padrão para cálculo de rupturas. Atualmente, executivos comparam indicadores que não são comparáveis. Isso ocorre porque o executivo compara um percentual que foi publicado ou que ouviu falar, com o seu número interno, mas não se preocupou em entender como se chegou neste número. Isso ocorre inclusive dentro da mesma empresa com áreas fazendo cálculos de forma diferente. É necessário mais método.

Estoque virtual:

indicador importante e a auditoria de inventário é fundamental fazer auditoria de estoque para ter acuracidade dos dados reportados. A experiência do cliente também depende dessa informação. Indicador de cobertura de estoque: saber quantos dias de estoque se tem de um determinado produto se torna fundamental para tomar decisões de compra;

Prazo de pagamento dos fornecedores:

informação vital para se ter um fluxo de caixa saudável.

Indicadores de recebimento dos pedidos dentro do prazo combinado e com todos os itens solicitados: permite saber o que pode faltar de produtos e como está a relação com os fornecedores, constituindo-se em um dado objetivo para avaliação do nível de serviço dos fornecedores e de negociação. Os pedidos precisam ser feitos via sistemas e conferidos também por meio de processos bem estruturados e automatizados. Todos perdem com pedidos que não são entregues no prazo e incompletos. Não deve ser aceitável negociações para cumprir as metas do mês e criar um problema que se torna uma bola de neve nos próximos meses, gera retrabalho e perdas.

Diferentes sistemas:

quando uma empresa opera com um sistema para a frente de caixa, outro para a logística e um terceiro como ERP, por exemplo, há uma grande chance de, mesmo usando os mesmos critérios, ter dados diferentes, que levam a desconfiança e a tomada de decisão. É vital ter uma única fonte de informação com qualidade.

Numa empresa pequena na qual o gerente da loja é um sócio  e está no “chão de loja” com autonomia para compras, deveria se basear em dados como estoque atual,  giro e margem para evitar produtos vencidos e que precisam ser vendidos por preços abaixo dos custos para não se ter uma perda total. As margens serão cada vez mais apertadas qualquer erro pode comprometer o resultado da empresa.

Reveja, automatize e integre os processos

Os relatórios são apenas um reflexo do que se é feito. O essencial consiste em ter processos bem executados. Portanto, revisar os processos e ter disciplina na execução são aspectos fundamentais. A confiança nos dados é essencial. Padronize critérios para garantir que todos estão falando sobre a mesma coisa.


Invista em pessoas

Disseminar e treinar as equipes na cultura de compartilhamento, análise e uso da informação no processo de tomada de decisão é fundamental. As pessoas precisam ter clareza que a empresa é um organismo vivo e que todas as partes precisam operar em sintonia. Parece óbvio, mas não é o que se constata na prática. No geral, cada um está no seu quadrado, cuidando de seus indicadores e sem a visão do impacto no resultado geral da empresa. Há indicadores conflitantes e os executivos, no seu dia-a-dia, estão mais preocupados com suas métricas do que com o cliente/acionistas.  Cabe a liderança da empresa repensar esses processos.

Profissionais que foram treinados para tomar decisões baseadas em dados têm um pensamento crítico, são mais assertivos, tomam decisões mais rápidas e com maior segurança. Como todos compartilham das mesmas informações, estabelecem uma linguagem comum com menos atritos, são mais ágeis para gerar respostas e inovar porque são mais questionadores, mas bem fundamentados.

A mudança tem que vir de cima.
Transformar a cultura da empresa significa ter liderança a bordo. As transformações são intensas e a referência do passado pode nos levar a equívocos. Os dados permitem uma visão mais próxima da realidade.

Democratize o acesso à informação

Cultura de compartilhamento. Os dados precisam estar um único repositório, e não em planilhas de Excel de cada departamento. Todos precisam acessar uma única fonte de dados para mitigar os conflitos desnecessários. Nesta pandemia, muitos montaram os comitês de crise, que traz uma visão sistêmica. Esse conceito de um time multidisciplinar para entender os impactos das decisões de cada área no resultado é essencial para aprimorar o processo de tomada de decisão e alcançar um resultado melhor em tempos difíceis. O foco dever ser a busca de solução e não de culpados.

As empresas estão “morrendo de sede” no meio de um oceano de dados

A empresa já tem informações para prestar contas para o governo. O que precisa é simplificar tais relatórios para colocar foco nos problemas e oportunidades. Os relatórios precisam ser desenvolvidos para responder questões de negócio especificas e não serem longos, o que desanima a todos. Os sistemas de ERP disponíveis oferecem muitas possibilidades, mas as empresas, no geral, usam muito pouco os recursos. Isso ocorre porque muitos relatórios foram desenvolvidos da perspectiva dos controles e obrigações fiscais e não para apoiar as decisões, por meio de identificação de problemas e oportunidades.  É vital que o dono ou o principal executivo da empresa e seus líderes definam um conjunto de indicadores essenciais.

Se você não tem ideia de por onde começar, que tal rever como você faz a precificação porque a maioria aplica o markup e não do conceito de margem. É também importante ter um D.R.E. (Demonstrativo de Resultado do Exercício) que reflita a realidade da sua empresa para que você acompanhe os resultados da empresa regularmente.
 O seu contador pode ir além de controles e cumprimento fiscal. A sua empresa fornecedora do ERP precisa olhar para o sistema com “dor de dono” e não técnica. Eles podem contribuir para a melhoria da gestão do negócio.

A informação disponível nos ajuda a entender onde estamos e traçar objetivos de onde queremos chegar por meio do mapeamento das oportunidades e problemas. Desta e atuar de forma preventiva para evitar rupturas, excesso e operar com prejuízo.  Identificar o que precisa melhorar é essencial. As oportunidades de melhorar resultados está em vendas, margens, despesas, variedade de sortimento, perdas, quebras? Qual é o elo mais fraco do seu negócio? Apenas os dados poderão responder. Não confie na sua percepção.

Longe de ter a pretensão de esgotar o assunto ou estabelecer prioridades aqui, há questões básicas que precisam ser respondidas e que permitem ao pequeno empresário supermercadista sobreviver nestes tempos turbulentos. Entretanto, para isso, ele vai precisar de dados e é essencial saber:

  • Quem é o seu cliente?
  • Qual a sua margem?
  • Qual o valor do seu tíquete médio?
  • Qual o número médio de itens por tíquete?
  • Quais itens estão mais presentes no tíquete?
  • Qual a participação de cada departamento nas vendas, na margem e no lucro final?
  • Qual é o giro de estoque?
  • Qual a cobertura em dias de estoque?
  • Os preços estão competitivos e proporcionando resultados positivos?
  • Há itens que estão sendo vendidos com margem negativa?
  • Há produtos no estoque para mais de 90 dias?

Fontes externas de dados

As tendências não são sobre o futuro, mas sim sobre o momento presente. São necessidades e desejos que as pessoas já manifestam. Algumas talvez façam sentido para a sua loja dependendo da localização, poder aquisitivo da população etc. Mas antes de desconsiderá-las, faça um experimento comprando uma pequena quantidade, comunique corretamente na loja, tabloide redes sociais.  Testar uma ideia e aprimorá-la é o melhor caminho para bons resultados. Lembre-se que a tendência é algo que já está acontecendo apenas está mal distribuída. Aqueles que saem na frente conseguem satisfazer melhor os clientes e operam com margens melhores. Exemplos? Lembra-se quando começou os sucos prontos para consumo, depois os sucos orgânicos, o iogurte grego? Neste momento, há valorização pela sociedade de produtos locais, os próximos possíveis da sua comunidade.  Saber ler as tendências é fazer identificar oportunidades antes dos concorrentes e inovar no negócio. É definitivamente ser diferente.

Colocar os dados para trabalhar a favor do negócio e usá-los para sua vantagem adicionando valor na tomada de decisão ao seu negócio. O primeiro passo é ter dados descritivos, mas com os algoritmos, é possível ter modelos mais avançados que considerem modelos preditivos (probabilidade do que pode acontecer) e prescritivos (que apontam o que deve ser feito). Ter uma cultura de tomada de decisão orientada por dados, com sabedoria implica em uma longa jornada, mas é preciso dar o primeiro passo. Sabemos que hoje temos que arriscar e testar novas ideias. Os experimentos fazem parte deste novo contexto e finalizamos com o que Eric Ries no livro Startup Enxuta chamou de ciclo de feedback: estimular novas ideias, constrói experimentos (soluções para os clientes), mede, analisa os dados, aprende e aprimora a solução e expande a solução aprimorada. Nestes novos tempos, é preciso combinar criatividade e agilidade.

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FONTE:
https://supervarejo.com.br/materias/o-essencial-para-a-empresa-ser-orientada-por-dados

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quinta-feira, 14 de maio de 2020

// Sobre Estarmos Juntos Pro Que Der e Vier

De Mãos Dadas com Você

Nosso compromisso de simplificar e apoiar nossos clientes está ilustrado até mesmo em nosso símbolo. A B2U Sistemas está aqui junto de nossos clientes para o que der e vier. Por você que confiou na gente, para você que entende que nos esforçamos para atender suas necessidades mesmo nestes incertos, para você que já sabe que a única certeza é que nossa equipe segue nossos valores - mãos unidas são mais firmes para vencer adversidades.

E, por vocês, somos gratos.

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quinta-feira, 7 de maio de 2020

// O Varejo Reage com Tecnologia

Preocupadas com a crise causada pelo novo coronavírus, associações facilitam a recolocação de profissionais no setor.

Batizada de Vagas no Varejo, a iniciativa espera minimizar os impactos provocados pelo novo coronavírus ao facilitar a recolocação de profissionais no mercado de trabalho e preservar a atividade empresarial. Em linhas gerais, trata-se de uma plataforma que oferece vagas oferecidas por empresas varejistas de todo Brasil. 

Ela funciona como uma Catho, porém exclusiviamente para varejista.

O lançamento oficial da plataforma aconteceu no último Dia do Trabalho (1º de maio). O projeto foi idealizado pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe) e Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Outras 26 entidades participam da ação.

Indicadores do Ibre/FGV mostram que a crise pode deixar até 12,6 milhões de desempregados e contrair em cerca de 15% a renda dos trabalhadores brasileiros.

“Temos unido esforços em prol da redução dos impactos econômicos e sociais sobre a atividade do varejo. Só o segmento de vestuário, calçados e artigos têxteis para o lar responde pela geração de 917 mil empregos em todo o País. 

Neste momento, o foco do varejo de moda está na preservação do emprego e renda”, diz Edmundo Lima, diretor executivo da ABVTEX.

Como funciona

O aplicativo Vagas no Varejo está disponível em todas as plataformas móveis (iOS e Android). Para se cadastrar, o candidato destaca sua área de atuação, experiências profissionais e disponibilidade de horários. As entrevistas serão feitas online.

As empresas interessadas em recrutar profissionais têm uma área exclusiva no portal. Lá, poderão cadastrar as oportunidades de emprego e serão responsáveis por excluir as vagas que forem preenchidas. Para anunciar na plataforma é necessários assinar um termo firmando o compromisso de não utilizar as informações de candidatos para qualquer outra finalidade, como venda de produtos ou serviços.

Rápida adesão

As primeiras reuniões para discutir o movimento tiveram início no fim de março e, em apenas 15 dias, ganharam a adesão de mais 17 entidades.

“A redução do ritmo da economia e o desemprego são consequências inevitáveis da crise, e a retomada tende a ser muito lenta em alguns setores. Com essa estratégia, empresários e dirigentes da iniciativa privada somam esforços e competências para reverter mais rapidamente esse quadro e manter o nível de emprego e renda para muitas famílias”, afirma Sergio Mena Barreto, CEO da Abrafarma.

FONTE:
https://www.consumidormoderno.com.br/2020/05/04/plataforma-emprego-varejo/


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