quinta-feira, 8 de novembro de 2018

A Tecnologia Certa Para o Varejo?

Você já parou para pensar em quanto a tecnologia tem revolucionado o varejo nos últimos anos? 

Antigamente, tudo era anotado na ponta do lápis (ainda é assim por aí?). 
Hoje em dia, as máquinas de cartão dominam, há sistemas de caixa que dão baixa no estoque automaticamente e assim por diante.

Da mesma forma, no passado, o vendedor era uma figura crucial no processo de compra em venda. Atualmente, com a internet e com as vending machines, é possível comprar (quase) tudo sem ter contato com seres humanos (ou tendo pouquíssimo contato). E a tendência é que a tecnologia ocupe cada vez mais espaço no mercado de vendas (B2B e B2C).

A fórmula secreta para saber se você deve (ou não) adotar determinada tecnologia.
Nesse cenário, é normal que você tenha dúvida sobre quais ferramentas tecnológicas deveria utilizar em sua loja. Nosso papel é ajudá-lo a tomar a melhor decisão possível.

A tecnologia em questão ajuda ou facilita a vida do cliente?
Dá um benefício real e mensurável para sua empresa?


Peguemos como exemplo as tecnologias de pagamento. Obviamente, aceitar todo tipo de cartão, mais o pagamento via celular, braceletes e tecnologias similares é cada vez mais importante.

Mas há outras tecnologias que se encaixam nesse grupo. Em novembro de 2016, por exemplo, foi inaugurado no Brasil o primeiro supermercado com a opção de pagar sem passar nos caixas, em que uma máquina escaneia seus produtos e debita automaticamente de sua conta. Rápido e prático, para o cliente. Custoso e trabalhoso para o empresário. Vale a pena?

Se você trabalhar em um supermercado ou grande padaria, sim. Se trabalhar em uma loja de móveis e eletrodomésticos de luxo, ou em uma concessionária, nem perca seu tempo procurando algo assim.

Via de regra: quanto mais valor agregado você adicionar a seu produto, mais contato pessoal é necessário com o cliente. A única decisão na hora de comprar pão é “branquinho ou moreninho?”. Comprar um carro, barco, anel de noivado já exige diversas outras decisões.

Levando tudo isso em consideração, talvez você se pergunte: “tá, e o que mais eu preciso levar em conta na hora de decidir se devo ou não investir em determinada tecnologia?”.

Como saber se você precisa ou não de determinada tecnologia?


No livro Virando a própria mesa, Ricardo Semler afirma que ter uma empresa informatizada é o mesmo que ter uma empresa “máquina-de-escreverzada”. A tecnologia, por si só, não muda nada. Primeiro, você deve se comprometer com as mudanças que determinada tecnologia irá trazer. Algumas deixam a contabilidade muito mais ágil, outras dão muitas informações sobre o cliente. Se você não se programar para usar esse tempo ou transformar as informações em mais vendas, de nada adianta investir em tecnologia.

Então, antes de pensar em quais ferramentas investir, siga este roteiro:

Comece com a pergunta: “o que quero mudar em minha loja?”
A pergunta seguinte é tão importante quanto: “estou comprometido com essa mudança?”
E, finalmente: “que ferramentas existem para me ajudar a alcançar esse objetivo?” 
Pode ser um curso, um livro ou um equipamento de alta tecnologia. Depende.

Não há como escapar da realidade: sua loja enfrenta a concorrência do comércio eletrônico. Com apenas alguns cliques, seu cliente tem à disposição muita praticidade e variedade. Conta com a opinião de diversos outros clientes e, muitas vezes, com um sistema refinado de recomendações. E pode fazer toda essa compra de pijama, à meia-noite.

Então, sua loja deve oferecer alguma coisa que o comércio eletrônico não pode dar!

Antes de investir em tecnologia de ponta, analise como anda a sua força de vendas. Treinar seu pessoal pode fazer essa diferença, pois o toque humano não pode ser reproduzido por um computador. Além disso, pense em sua loja como uma experiência. O que você quer que seu cliente sinta e veja quando entra aí? Mudanças na iluminação, sistema de som e outros fazem a diferença.

A tecnologia que importa

Sim, até aqui falamos em tecnologia jurássica para sua loja, mas, acredite: esse é o tipo de tecnologia que mais faz diferença. Se você conseguir que seu cliente sinta um impacto positivo ao deixar a rua (ou corredor do shopping) e entrar na sua loja, já será um grande passo. A partir desse básico, você pode pensar em outras coisas. Sistema de dispersão de odores, displays giratórios, beacons, monitores com ofertas ou pequenos filmes e assim por diante. Realidade virtual, robôs atendendo os clientes, máquina registradora importada direto do Vale do Silício? Calma! Isso pode ficar para daqui alguns anos…

Aqui é onde a tecnologia faz a diferença!

Você pode saber com facilidade o que seu cliente consome e com que frequência. Se utilizar esses dados corretamente, poderá gerenciar melhor seu estoque, fazer promoções visando determinados clientes, prever quando eles precisarão de um novo produto e oferecer a eles antes que tenham sequer a chance de pensar em um concorrente. Quanto mais você souber sobre seus clientes, mais terá oportunidades de fidelizá-los e aumentar a participação de sua loja no bolso deles (share of pocket).

O que não pode faltar?

A grande tecnologia para se investir, em um primeiro momento, é o CRM (em inglês, Gestão de Relacionamento com o Cliente). Existem várias empresas que oferecem os mais diferentes programas e soluções nessa área. Converse com elas e escolha o mais adequando para você. E, principalmente, programe o que fazer com as informações que conseguir. Essa é a tecnologia a serviço do cliente que pode fazer a diferença na sua loja e pode ser mais barata do que outras opções mais chamativas.

Agora é com você!

Leve todas essas informações em consideração, esteja sempre atento às novidades tecnológicas disponíveis para o varejo e, aos poucos, incorpore ferramentas que realmente vão fazer a diferença na sua operação. Ao mesmo tempo, continue em busca de informações que possam contribuir com o seu desenvolvimento como gestor. Porque tecnologia, sozinha, nunca será suficiente!

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FONTE:

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Seis Dicas Básicas Para a Black Friday

Seis ações para o varejista que quer ampliar suas vendas, desafogar seus estoques e conquistar novos clientes no período de ofertas

A Black Friday é reconhecida como uma das principais datas do varejo mundial – e no Brasil não é diferente. A iniciativa, que acontecerá este ano no dia 23 de novembro, é o momento em que muitos varejistas aproveitam para ampliar suas vendas, desafogar seus estoques e conquistar novos clientes.

Para ter uma boa atuação no período, que movimentou mais de R$ 2,1 bilhões em vendas no país em 2017, cerca de 5% do total transacionado no ano de 2017, e cresce mais a cada ano, os lojistas devem se preparar adequadamente para aproveitar a maior predisposição dos consumidores a comprar e atender às suas expectativas a fim de iniciar um relacionamento que pode ser consolidado após a data.  Felipe Dellacqua, VP de Vendas da VTEX, empresa global de digital commerce, reuniu 6 dicas para ajudar os varejistas a otimizar as vendas e evitar imprevistos durante o período. A VTEX hoje representa cerca de 25% do volume do varejo online no Brasil. Confira as orientações:

Amplie seu prazo de entrega dos produtos

De modo geral, o sucesso na Black Friday se dá com uma preparação logística prévia para evitar a captação de pedidos em excesso e, com isso, criar um gargalo de entrega. Neste sentido, é desejável que o varejista amplie seus prazos de entrega com o objetivo de ter melhores margens para gerenciar seus processos até que o produto esteja, de fato, nas mãos do consumidor. O ideal é que este prazo seja estendido para a semana que precede a sexta-feira e, em alguns casos, para a semana seguinte, uma vez que cada vez mais lojas contam com ofertas que perduram por mais tempo.

“É preciso ter em mente que mais do que vender o produto, é preciso entregá-lo no prazo adequado. Essa ação está diretamente ligada à criação de relacionamento pós-venda com o cliente, questão que o varejista deve ter como foco durante o período, muito mais do que o faturamento em si. É a oportunidade de um prospect se tornar seu cliente, em um primeiro momento com um ticket médio mais baixo e, a partir de um trabalho de relacionamento, ele possa voltar a comprar em épocas de margem maior, fora das sazonalidades”, afirma Dellacqua.

Amplie seus fornecedores de logística

É comum as empresas, principalmente as de médio porte, terem uma ou duas transportadoras parceiras para a distribuição de seus produtos. O problema é que, durante a Black Friday, esses fornecedores tendem a ficar congestionados devido ao grande volume de pedidos. Para evitar deixar seus clientes na mão, é importante ter um plano B definido e contratos com outras empresas para desafogar a sua logística e ter escoamento dos seus pedidos.

Ofereça kits atrativos para aumentar a margem

Outra grande preocupação durante a Black Friday é disponibilizar opções atrativas aos consumidores sem queimar as margens de lucro. Para isso, a principal alternativa é a oferecer promoções de kits de produtos que contemplem um de baixa margem com alto desejo com outro de alta margem com baixo desejo, como um aparelho celular junto com um acessório, como uma capa com bateria extra. Desta maneira, é possível disponibilizar uma redução percentual atrativa ao consumidor e evitar que as ações durante o período tenham como resultado apenas a queima de estoque e prejuízos. O mesmo pode ser feito com aparelhos televisivos, com a venda casada de um suporte articulado, por exemplo.

 Ofereça mais opções de entrega

Cada vez mais os consumidores estão imediatistas e, portanto, desejam ter acesso ao produto comprado o quanto antes. Nesse sentido, disponibilizar diversas opções de entrega pode ser um diferencial na hora de estabelecer um relacionamento com o cliente durante a Black Friday. Possibilitar a retirada do produto comprado online na loja física mais próxima, por exemplo, pode ser uma boa alternativa para atender essa expectativa.

Além da comodidade para o cliente, a iniciativa transmite segurança no acesso ao produto no momento desejado e, ainda, permite que o vendedor utilize a informação do produto vendido para oferecer outro complementar, realizando um upsell – venda casada – e otimizando as vendas. É importante ter em mente que cerca de 30% dos consumidores que compram online e retiram na loja acabam levando um outro produto ao ter essa experiência no ponto físico.

Outra opção de entrega expressa é estabelecer parcerias com companhias de moto e, até mesmo, bicicletas – opção sustentável – para otimizar sua entrega por meio de transporte alternativos.

 Torne a indústria uma aliada para evitar rupturas de estoque

A Black Friday acaba aumentando o impulso de compra do consumidor, o que torna muito difícil criar uma previsibilidade de vendas no período e, consequentemente, ter um estoque adequado que atenda todos os pedidos. Para evitar qualquer tipo de problema e ter um resguardo, se conectar com a indústria pode ser uma boa alternativa. Por exemplo, se você é um varejista que vende produtos televisivos e o produto de determinada marca esgotou, o fato de ter sua loja linkada no estoque da própria indústria pode evitar rupturas e possibilitar mais vendas.

A plataforma da VTEX, por exemplo, já é um marktplace nativo que possibilita aos clientes conectar seu estoque e catálogo entre todos os parceiros da companhia, incluindo a indústria. Desta maneira, eles têm a segurança de estoque no acesso a produtos de alto desejo.

Aumente significativamente o atendimento do seu SAC

O SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) também é um ponto que deve ter atenção redobrada no período. Há dois momentos em que o SAC geralmente congestiona. O primeiro é devido a dúvidas sobre os produtos antes da compra e, o segundo, para mais informações sobre a entrega. Como naturalmente há mais pedidos do que o normal, o volume do SAC aumenta e faz-se necessário expandir o turno ou a quantidade de colaboradores envolvidos no processo.

FONTE:
https://portalnovarejo.com.br/2018/10/vtex-orienta-varejistas-na-preparacao-para-a-black-friday/

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Open Banking: um caminho sem volta

Junto com esse novo consumidor surgiu a necessidade de criar novos serviços de pagamentos digitais. É preciso evoluir na forma como os bancos encaram a tecnologia e os dados dos clientes. Um exemplo é a adoção do Open Banking.


É inegável a transformação que o uso da tecnologia trouxe – e continua trazendo – à medida que novos avanços são implementados para todos os segmentos. Com o setor financeiro não podia ser diferente, basta pensar em como era um banco há 10 ou 15 anos. Qual era o consumo de cheques? E a oferta de serviços de Mobile Bank ? Junto com esse novo consumidor surgiu a necessidade de criar novos serviços e alternativas de uso.

Uma pesquisa global recente elaborada pela consultoria EY aponta que a implementação de serviços digitais já é uma prioridade, em 2018, para 85% das 221 instituições financeiras entrevistadas. O estudo mostrou ainda que 70% delas planejam investir em tecnologia para fortalecer seu posicionamento competitivo e ganhar mercado.

O Open Banking simplifica as integrações das aplicações na nuvem, no mobile e ainda possibilita a redução dos custos operacionais tanto para o banco quanto para seus parceiros. Ao facilitar a criação de novas aplicações por terceiros, o banco melhora a experiência dos clientes e amplia as possibilidades de receita sem ter que arcar com todos os custos de desenvolver esses novos serviços. É uma situação “ganha, ganha”.

As barreiras a serem superadas estão se tornando cada vez menores. Questões como segurança, que sempre foi um dos principais desafios quando o assunto é abrir os dados, é uma delas. Outro ponto importante é a regulamentação. Na Europa, por exemplo, entrou em vigor este ano a PSD2 (ou payment services revised directive). Agora, todas as organizações reguladas pelo Banco Central Europeu terão que disponibilizar APIs abertas, ou seja, adotar a plataforma do Open Banking, viabilizando a interoperabilidade com outras industrias, como comercio eletrônico e diversas Fintechs, ampliando a possibilidade de acesso e oferta de serviços inovadores aos seus clientes. Vários países estão no mesmo caminho, estudando e legislando sobre este assunto. No Brasil, apesar de ainda não termos regulamentação específica e a maioria dos bancos atuar de forma conservadora, algumas instituições estão alinhados com esta tendência, e, já oferecem APIs abertas, possuindo casos concretos de bom uso da ferramenta.

Porém antes de abrir os dados é preciso estruturar a segurança, a governança corporativa, mudar processos e até estruturas organizacionais. Existem riscos novos e desafios neste processo irreversível. Mas talvez o maior entrave ainda esteja na cultura. Trata-se, portanto, como toda inovação de uma real ameaça ou uma grande oportunidade, mas certamente tremenda mudança de como o Mercado Financeiro vinha operando e protegendo os dados dos clientes como ativo exclusivo da instituição.

Uma coisa é fato: o avanço é implacável, independentemente do nível de maturidade digital e do grau de abertura. E quem não aderir, ou demorar muito para entrar nesse barco, poderá perder clientes e espaço para os concorrentes não tradicionais. Talvez muito antes e mais rápido do que hoje podemos imaginar…

FONTE:

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Cadastros em Programas de Fidelidade Crescem 20,8% no Primeiro Semestre


A Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF) divulgou balanço semestral que aponta um aumento de 9,8% no faturamento de seis de suas empresas associadas, na comparação entre o primeiro semestre deste ano e o mesmo período de 2017. Juntas, Dotz, LTM, Multiplus, Netpoints, Smiles e TudoAzul faturaram R$ 3,2 bilhões, segundo estudo desenvolvido pela GS&Inteligência.

O número de cadastros nos programas das associadas chegou a 120,6 milhões em todo o país, no fim do primeiro semestre, representando um avanço de 20,8% em relação ao mesmo período de 2017.

No primeiro semestre deste ano, foi emitido um total de 136,8 bilhões de pontos/milhas, número que representa um incremento de 16,6% em relação aos seis primeiros meses do ano anterior. Na emissão de pontos/milhas, varejo e bancos seguem como as principais fontes de acúmulo, responsáveis por 88,9% do total. Os 11,1% restantes são oriundos de viagens.

A análise dos resgates mostra que os participantes de programas de fidelidade estão aproveitando as oportunidades. O número de pontos/milhas resgatados cresceu 19,8% dos primeiros seis meses de 2017 para o mesmo período deste ano, alcançando um total de 117,0 bilhões. Diferente do que ocorre com o acúmulo, quando os consumidores trocam seu saldo, os itens favoritos são as passagens de avião, destino de 73,9% dos pontos/milhas.

Apesar da preferência por bilhetes aéreos, o varejo é um setor que vem ganhando espaço. Neste primeiro semestre, 26,1% dos pontos/milhas foram trocados por produtos ou serviços. No mesmo período do ano anterior, esse percentual estava em 23,8%.

“A evolução dos programas de fidelidade, que inclui o aumento das opções de acúmulo e resgate, tem levado o consumidor a perceber que os pontos/milhas podem fazer diferença em seu dia a dia, aumentando seu poder de compra. A troca não precisa mais esperar a viagem de férias, por exemplo. O resgate pode vir na fila do supermercado, no posto de combustível ou para aquela experiência em um show de música”, explicou Roberto Chade, presidente da ABEMF.

O executivo explica que, apesar do cenário econômico desafiador, o setor de fidelidade no Brasil deve continuar em ritmo de crescimento. “Muitos consumidores no país ainda estão aprendendo a utilizar os programas de forma a usufruir melhor de seus benefícios. O resgate de passagens, produtos e serviços, sem custo ou com descontos, amplia a percepção de valor por parte dos participantes, que tendem a aumentar seu engajamento. Observando as vantagens, pessoas que nunca fizeram uso da fidelização também ficam mais propensas a aderir aos programas”, concluiu.


Fonte:

https://www.mercadoeconsumo.com.br/2018/09/27/cadastros-em-programas-de-fidelidade-crescem-208-no-primeiro-semestre/

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Internet das Coisas no Varejo Físico

Há pouco tempo não era raro encontrar varejistas que dispensavam os recursos tecnológicos e apostavam em seu “faro” nos negócios. Afinal, realmente era difícil obter dados confiáveis sobre o público-alvo, a concorrência e o próprio setor para embasar a tomada de decisão. Isso perpetuou a figura do dono ou do gerente “sabe tudo” mesmo em grandes lojas e redes. Entretanto, esta situação está mudando e, hoje, esses empresários podem contar com informações essenciais graças à evolução do conceito de Internet das Coisas (IoT).

O mercado de soluções IoT destinado ao varejo está expandindo de forma exponencial em todo o mundo. O setor deve movimentar US$ 94,44 bilhões até 2025, com um crescimento médio anual de 21,5% durante este período, de acordo com levantamento da Grand View Research. Já uma previsão da Gartner aponta que em 2020 existirão 20 bilhões de objetos conectados à Internet, criando uma verdadeira “infovia” de dados nas mais diferentes áreas de atuação humana.

No caso específico do varejo tradicional, já há uma série de recursos que fornecem informações relevantes e auxiliam os profissionais a terem uma visão mais detalhada do negócio. O mais importante deles é o que permite reconhecer e identificar o comportamento de seus clientes. Dispositivos IoT conseguem captar dados sobre o fluxo de visitantes, por exemplo, e transformá-los em indicadores relevantes nas áreas de Administração, Comercial, Marketing e RH. Abre-se um novo mundo para os empresários, que podem combinar essas diferentes informações para melhorar a tomada de decisão.

A evolução dos processos tecnológicos já é uma realidade em diferentes segmentos e consolidou a transformação digital. Logo, o varejista também não pode ficar de fora dessa questão e precisa, o quanto antes, investir em um modelo de negócio que seja inspirado em dados e informações coletadas por meio da Internet das Coisas. Se no e-commerce todos os processos são mensurados, analisados e testados, o comércio físico caminha para a mesma situação, permitindo aos envolvidos melhorar a produtividade e eficiência do negócio.

Dessa forma, o varejo dará o seu passo mais importante com ações voltadas para o conceito de Omnichannel. Ou seja, a integração de todos os canais de venda de uma empresa, respeitando a jornada de compra do consumidor e identificando as melhores oportunidades para impactá-lo. Não se trata mais de ter uma estratégia online e outra off-line. Agora, a busca é justamente pela unificação do digital: dados coletados em diferentes recursos que se convergem com o objetivo de estimular novos negócios. Um levantamento da Deloitte mostrou que o digital influenciou US$ 1,7 trilhão nas vendas off-line em todo o mundo.

O varejista pode se recusar e até tentar administrar seu negócio sem a ajuda da Internet das Coisas. Entretanto, sem a ajuda dos dados, é praticamente impossível se destacar da concorrência em um cenário de intensa competitividade. Nenhuma decisão ou estratégia pode ser definida sem estar ancorada em relatórios precisos sobre os mais diversos pontos de uma loja. Na era dos objetos conectados e inteligentes, você também precisa demonstrar inteligência e aceitar que a Internet das Coisas vai dominar, cada vez mais, o varejo nacional.

FONTE:
https://portalnovarejo.com.br/2018/09/os-impactos-da-internet-das-coisas-no-varejo-fisico/

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

A Ciência de Big Data no Varejo

Quais tecnologias usar para mapear
a jornada do cliente na loja física?


A ciência matemática proporcionada pelo Big Data é essencial para o varejo ser cada vez mais assertivo e conexo com o consumidor.

O feeling de um varejista experiente costuma ser apurado. Ninguém tira o poder e a importância de um grande executivo que sabe reconhecer movimentos, tendências e estratégias para atingir em cheio o consumidor num simples movimento. Entretanto, para sanar aquele benefício da dúvida em que o varejo ainda se sustenta mais do que deveria, novas tecnologias vieram para ajudar as lojas a produzirem dados mais inteligentes, que, combinados a um bom time analítico, podem trazer otimização, redução de custos e uma assertividade nunca antes vista.

Não há fórmulas preestabelecidas para um ponto de venda ir bem. A questão atual é a tendência de mesclar o feeling, que a experiência só aprimora, com a matemática de Big Data propiciado por tecnologias na loja física. O e-commerce já faz o mapeamento do cliente por meio de registros digitais e inúmeros dados são gerados a partir disso.

No ponto de venda, é possível ter essa mesma eficiência da pegada digital que o consumidor deixa adotando essas ferramentas, como os mapas de calor, usados há anos por redes varejistas e indústrias. Hoje, a tecnologia ampliou as possibilidades de conhecer a produtividade do negócio e como o consumidor interage com o ambiente e os produtos.

FONTE:
https://portalnovarejo.com.br/2018/09/quais-tecnologias-usar-para-mapear-a-jornada-do-cliente-na-loja-fisica/

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Cinco dicas para seu e-commerce vender mais no Dia do Cliente

Nos últimos anos, o esforço de vendas realizado pelas lojas online em períodos sazonais como Dia das Mães, Dia das Crianças e Natal tem impulsionado de forma significativa o varejo como um todo.


Uma data comemorativa que ainda não é muito conhecida no país, mas, se for bem aproveitada pelos lojistas, pode ajudar a alavancar os negócios, é o Dia do Cliente, que acontece no dia 15 de setembro.

Segundo levantamento realizado pelo Google, a data já possui tantas buscas na plataforma quanto o Dia do Consumidor, que acontece no dia 15 de março e é mais popular. Somente em 2017, houve mais de 300 mil buscas pelo termo “Dia do Cliente”.

Para ajudar o empreendedor a tirar um melhor proveito da data, principal oportunidade para os varejistas em setembro, a Performa Web, agência de marketing digital full service, lista os principais passos para impulsionar as vendas na ocasião.

Nos últimos anos, o esforço de vendas realizado pelas lojas online em períodos sazonais como Dia das Mães, Dia das Crianças e Natal tem impulsionado de forma significativa o varejo como um todo.

Uma data comemorativa que ainda não é muito conhecida no país, mas, se for bem aproveitada pelos lojistas, pode ajudar a alavancar os negócios, é o Dia do Cliente, que acontece no dia 15 de setembro.

Segundo levantamento realizado pelo Google, a data já possui tantas buscas na plataforma quanto o Dia do Consumidor, que acontece no dia 15 de março e é mais popular. Somente em 2017, houve mais de 300 mil buscas pelo termo “Dia do Cliente”.

Para ajudar o empreendedor a tirar um melhor proveito da data, principal oportunidade para os varejistas em setembro, a Performa Web, agência de marketing digital full service, lista os principais passos para impulsionar as vendas na ocasião.


1. Antecipe os descontos e avise os seus clientes: como a data ainda não é tão conhecida quanto outras já mais tradicionais, é necessário convidar o público para participar das ofertas de sua plataforma online. Para isso, invista no bom e velho e-mail marketing, ainda um dos canais mais eficientes de aquisição de clientes, e nas ações nas redes sociais, de preferência com anúncios pagos. Além de serem formatos acessíveis, podem ajudar a ampliar a repercussão e os públicos impactados.

2. Invista nas imagens dos produtos e crie campanhas com links patrocinados: quem nunca tentou ver com detalhes a foto de algum produto na internet, mas tudo o que conseguiu enxergar foi uma imagem em baixa resolução? Se você deseja fisgar o público pelos detalhes, deve observar essa questão. Faça fotos de todos os ângulos do produto e, se for o caso, de todas as cores. Pode parecer desnecessário, mas vai fazer toda a diferença. Outros formatos de mídia também são recomendáveis, como o Google Shopping e anúncios em Links Patrocinados, que precisam ser criadas com objetivos claros. Além disso, lembre-se de identificar o melhor formato para a campanha. Esse é um dos pontos cruciais, pois, quando mal gerido, pode colocar em jogo toda estratégia.

3. Atente-se aos prazos de entrega: não adianta nada deixar a sua loja virtual impecável, com uma enorme gama de produtos em promoção, mas atrasar a entrega. Isso não apenas afasta o consumidor da marca, como gera a temida propaganda negativa. Por isso, determine prazos realistas e monitore essa logística com algum tipo de software específico. Caso ocorra algum imprevisto, é necessário enviar um aviso com urgência.

4. Fique ligado na concorrência: o que as empresas similares a sua estão fazendo para atrair a clientela em datas sazonais? É sempre interessante fazer uma pesquisa de mercado e saber o que a concorrência está pensando. Neste caso, não é copiar o que está sendo feito e sim ter insights interessantes para a construção de novas ideias. E não esqueça, claro, de manter a sua identidade em tudo o que for fazer.

5. Dê feedback para os seus clientes: outro ponto muito comum que desgasta a imagem de qualquer empresa é não dar um retorno ao consumidor. Por isso, tente respondê-lo com o máximo de urgência e eficiência, principalmente em datas deste tipo. Monitore e-mails e redes sociais com frequência, interagindo e gerenciando críticas. Atenda o seu público como gostaria de ser atendido.

FONTE:
https://ecommercenews.com.br/noticias/dicas/cinco-dicas-para-seu-e-commerce-vender-mais-no-dia-do-cliente/